League of Legends apresenta Rek’Sai, sua nova campeã monstruosa
League of Legends ganhou mais um campeão, ou, neste caso, campeã. Rek’Sai, a Escavadora do Vazio, faz sua estreia no jogo online e gratuito para PC, com uma mecânica única de jogabilidade, concedendo mais opções aos jogadores na seleção de personagens. Suas habilidades são focadas em escavar o cenário para surpreender os inimigos com ataques quase instantâneos.
Na história de LoL, Rek’Sai veio do deserto de Shurima, como uma devastadora criatura que pode se mover embaixo da terra e surpreender quem passa por lá. Por meio de ataques surpresa, Rek’Sai tem o poder de se movimentar rapidamente e até mesmo se esconder de inimigos.
Suas habilidades têm, na maioria dos casos, duas instâncias: uma voltada para ataques comuns, quando ela está sobre a terra, emergida, e outra para quando está escavada, o que dá uma gama ainda maior de possibilidades ao jogador.
Habilidades de Rek'Sai visam surpreender inimigos
Segundo a produtora Riot Games, Rek’Sai é indicada para a selva, área do mapa Summoner’s Rift que requer uma grande técnica, para surpreender os inimigos que estão atacando pelos outros caminhos, como topo, rota inferior ou rota do meio. Ainda não há previsão de lançamento para a nova campeã, mas ela deve chegar até o fim do ano, pela loja online do jogo.
Black Friday da Origin: mais de 200 itens com até 75% de desconto
A Black Friday está chegando e a loja digital Origin, da Electronic Arts, resolveu queimar a largada e começar a oferecer os descontos antes do tempo. No site da plataforma, já é possível começar a encher o carrinho de compras com jogos de computador.
Ao todo, são cerca de 200 produtos com cortes no preço que chegam a 75%. Os títulos são bastante variados: há alguns lançamentos, trilogias inteiras com valores reduzidos, edições especiais bem chamativas e uma série de DLCs, expansões e pacotes de assinatura. Os gêneros também são bem variados, de terror e esportes a títulos de simulação ou mais casuais.
Não é possível listar todas as promoções, mas o fizemos abaixo uma seleção com as ofertas mais imperdíveis. Elas estão separadas por tópicos para facilitar a sua filtragem. Se quiser conferir tudo o que foi colocado em desconto, clique aqui para acessar a página da Black Friday da Origin.
Jogos recentes
The Sims 4 - de R$ 99,90 por R$ 66,60
FIFA 15 - de R$ 99,90 por R$ 66,60
Battlefield 4 - de R$ 59,90 por R$ 29,95
Need for Speed: Rivals - de R$ 99,90 por R$ 49,95
Plants vs Zombies: Garden Warfare - de R$ 69,80 por R$ 46,60
Dead Space 3 - de R$ 99,90 por R$ 49,95
Crysis 3 - de R$ 99,90 por R$ 49,95
Dead Island Riptide - de R$ 49,99 por R$ 24,99
Rayman Legends - de R$ 79,99 por R$ 39,99
Grandes descontos
Battlefield 3 - de R$ 39,90 por R$ 9,97
FIFA MANAGER 14 - de R$ 99,90 por R$ 49,95
FIFA 14 - de R$ de 29,90 por R$ 14,95
FIFA 13 - de R$ 59,90 por R$ 14,97
Mass Effect 3 - de R$ 59,90 por R$ 29,95
Mass Effect 2 - de R$ 29,90 por R$ 7,47
Mass Effect - de R$ 29,90 por R$ 7,47
Medal of Honor Warfighter - de R$ 69 por R$ 34,50
Dragon Age 2 - de R$ 29,90 por R$ 14,95
Assassin's Creed IV: Black Flag - de R$ 79,99 por R$ 55,99
Plants vs Zombies Edição GOTY - de R$ 9,90 por R$ 4,95
Spore - de R$ 19,90 por R$ 4,97
Syndicate (1993) - de R$ 9,90 por R$ 4,95
Kingdoms of Amalur: Reckoning - de R$ 39,90 por R$ 9,97
Dead Space 2 - de R$ 19,90 por R$ 9,95
GRID 2 - de R$ 59,90 por R$ 14,97
Metro: Last Light - de R$ 69,99 por R$ 34,99
Need for Speed: The Run - de R$ 39,99 por R$ 9,97
Mirror's Edge - de R$ 9,90 por R$ 2,47
Edições especiais
Battlefield 4 Edição Premium - de R$ 99,90 por R$ 79,92
The Sims 4 Digital Deluxe - de R$ 139,80 por R$ 97,93
Titanfall Edição Deluxe - de R$ 149,90 por R$ 119,92
SimCity Edição Completa - de R$ 99,90 por R$ 49,95
Crysis 3 Edição Digital Deluxe - de R$ 129 por R$ 64,50
Crysis 3 Maximum Edition - de R$ 39,90 por R$ 19,95
Trilogia Mass Effect Digital Deluxe Edition - de R$ 99,90 por R$ 49,50
Dragon Age: Origins Digital Deluxe Edition - de R$ 29,90 por 14,95
Far Cry 3 Deluxe Edition - de R$ 69,99 por R$ 34,49
Assinaturas e DLCs
Passe de temporada de Titanfall - de R$ 59,90 por R$ 44,92
Assinatura Premium de Battlefield 4 - de R$ 89,90 por R$ 62,93
Battlefield 4 Naval Strike, China Rising e Second Assault - de R$ 29,90 por R$ 23,92 cada
Atalho de Pacote Imperdível de Battlefield 3 - de R$ 71,90 por R$ 50,33
SimCity: Cities of Tomorrow - de R$ 69,90 por R$ 34,95
The Sims 3: No Futuro - de R$ 79,90 por R$ 31,96
Ficou interessado? Então programe-se: as promoções vão apenas até o dia 1º de dezembro. Durante ou depois esse período, não é possível saber se os descontos sofrerão alterações.
ASUS vende mil Zenfone 5 no Brasil em apenas 5 segundos
A ASUS Brasil informa que o estoque do novo lote especial do Zenfone 5, que antecipou a tradicional oferta do Black Friday, se esgotou nesta terça-feira quase que instantaneamente: foram necessários apenas 5 segundos. A empresa taiwanesa preparou 1.000 unidades com preço promocional de R$ 499 na loja online ASUS e anunciou o link para a promoção em sua fanpage na semana passada.
“O tempo de vendas recorde prova que o consumidor brasileiro quer um smartphone com bom preço e ótimo desempenho”, comenta Marcel Campos, diretor de Marketing e Produto da ASUS Brasil. “Com isso, repetimos o sucesso lançamento do Zenfone 5 em 15 de outubro, quando vendemos mais de 10 mil aparelhos em menos de 24 horas”, conclui.
Durante a venda o Zenfone 5 foi oferecido na configuração com tela HD de 5 polegadas, processador Intel Atom de 1,2GHz, 8GB de armazenamento interno e 2GB de RAM, com apenas 1.000 unidades disponíveis na Loja ASUS. Com o encerramento da promoção, o modelo volta a ser comercializado por R$ 599,00.
Sony vai cortar linhas de TVs e smartphones para reduzir custos
Depois das notícias recentes de que a Sony tem planos se focar nos seus smartphones de ponta e deve remover aparelhos de baixo custo de mercados latino-americanos, a empresa japonesa anunciou que também deve reduzir suas linhas de celulares e TVs. Com o objetivo de voltar a obter lucros, a companhia pretende se concentrar nos setores de negócio em que vem obtendo mais sucesso – o PlayStation 4 e os sensores de imagem.
Não é segredo algum que a Sony vem sofrendo grandes perdas nos últimos anos, mesmo com segmentos de seus negócios prosperando. De acordo com as previsões maios recentes, espera-se que a empresa japonesa feche o ano fiscal de 2014 com prejuízo de nada menos que US$ 2,1 bilhões.
Tendo perdido espaço para rivais como Apple e Samsung, a companhia anunciou que seus planos para os setores de TVs e smartphones é fazer o possível para que eles voltem a dar lucros, ainda que as vendas possam cair em até 30%. Nesse sentido, a redução de custos na produção de novos aparelhos é um elemento chave.
Menos vendas, mais lucros
“Nós não estamos buscando tamanho ou fatia de mercado, mas sim lucros maiores”, disse Hiroki Totoki, o novo chefe da divisão de dispositivos móveis da empresa. Embora a Sony vá continuar produzindo smartphones, tablets e TVs, mas eles não serão mais um dos focos da companhia, que deve revelar seus planos para a divisão mobile até o final de março.
O anúncio vem em um momento curioso, no entanto, já que a Sony acaba de lançar dois celulares de ponta (o Xperia Z3 e sua versão Compact) e um tablet top de linha (Xperia Z3 Tablet Compact). Além disso, rumores indicam que a empresa estaria produzindo ao menos um novo tablet e três celulares, um dos quais seria uma recriação do phablet Xperia Z Ultra – que não atingiu sucesso de vendas.
A mudança de estratégia é parte de um plano de três anos, período no qual a Sony pretende ampliar as vendas de sua divisão de video games em até 25%, com uma meta de 1,6 trilhão de ienes (cerca de R$ 34,2 bilhões) em renda. A companhia também deve utilizar “serviços de distribuição personalizados para conteúdo de TV, vídeos e música” para ampliar suas receitas.
Perspectivas otimistas
Já em sua divisão de dispositivos, que inclui o negócio de sensores para câmeras, a Sony afirma que pode aumentar suas vendas em até 70%. A confiança da empresa nesse setor vem do fato de que, além da Apple já adotar o uso dos seus componentes nos iPhones, o uso das peças vem crescendo consideravelmente entre as companhias dentro do enorme mercado chinês.
Como resultado das novidades, as ações da Sony no mercado japonês sofreram alta, demonstrando otimismo. Questionado pela Reuters a respeito do anúncio, o gerente-chefe de fundos do Ichiyoshi Asset Management, Akino Mitsushige, afirmou que há muitas expectativas sobre a Sony agora, mas que não há garantias até que os resultados das medidas sejam vistos.
“Sair de vez do mercado de dispositivos móveis é uma opção, mas eles não podem fazer isso neste momento, então terão que passar por algumas mudanças fundamentais”, pontua. Enquanto isso, o PlayStation 4 continua com vendas fortes e chegou até mesmo a ser parabenizado pelo chefe doXbox One na Microsoft, Phil Spencer.
Com fabricação no Brasil, câmera GoPro Hero 3+ Black passa a custar R$ 1700
Conhecida por suas câmeras de ação, a GoPro passará a fabricar seus produtos no Brasil. Com a ação, o modelo Hero 3+ Black Edition passa a ter preço sugerido de R$ 1.699, uma redução de cerca de 30% em relação ao modelo importado legalmente, que sai por volta de R$ 2,4 mil.
Não se sabe quem vai fabricar as câmeras, mas especula-se que seja a Foxconn, que tem 10% das ações da GoPro. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a companhia já tem parcerias com redes varejistas como Ponto Frio, Fnac, Fast Shop e Submarino.
Em janeiro, deve chegar ao país o modelo Hero 4, cujo modelo topo de linha filma em 4K. Nos Estados Unidos, ela custa US$ 500 (a Hero 3+ Black Edition sai por US$ 400). As câmeras da GoPro são conhecidas por serem resistentes e fáceis de manusear, podendo até mesmo filmar dentro d'água, até uma profundidade de 40 m. Conquistou principalmente os amantes de esportes radicais.
Com uma ascensão meteórica, a GoPro se tornou a líder no setor de câmeras digitais de vídeos em 2013, com 30,4% do mercado mundial, desbancando ninguém menos que a Sony, que teve 20,8%. No entanto, no segmento de câmeras de ação, do qual a GoPro é quase sinônima, sua participação é de 47,5%, contra apenas 6,5% da Sony.
A companhia abriu seu capital em junho e, desde então, o valor dos papéis triplicaram. O valor de mercado da GoPro é de US$ 9 bilhões. O fundador é um ex-surfista, Nick Woodman, que teve a ideia de criar uma câmera que pudesse ser presa ao pulso e filmar suas manobras.
Especificações GoPro Hero 3+ Black Edition
Óptica: lente de cristal asférica F/2.8 de 6 elementos, ultra grande angular
Resolução de foto: 12 MP
Vídeo: 4K em 15 qps, 2,7K em 30 qps e 1080p em 60 qps
iPad Air 2 banhado a ouro está à venda no Vietnã por R$ 3 mil
Uma empresa do Vietnã acaba de exibir seus mais novos objetos de luxo: iPads Air 2 banhados a ouro. Isso mesmo, a empresa Karalux modificou as versões do tablet para fazer com que eles fiquem muito mais luxuosos do que as edições originais. Isso foi feito com ouro de 24 quilates, mesmo material que a Karalux já havia usado para outros aparelhos eletrônicos especiais que havia modificado.
Não há qualquer modificação no hardware dos aparelhos, por isso você pode esperar os mesmos componentes que já ficaram conhecidos pela versão original do iPad Air 2. Mas o que todos querem saber é: “Qual o preço que será cobrado por cada uma das unidades deste iPad luxuoso?”. E a resposta varia bastante de acordo com cada um dos modelos disponíveis.
O iPad Air 2 com 16 GB de memória de armazenamento chega ao mercado do Vietnã pelo preço de 25 milhões de dongs vietnamitas (R$ 2.967). A versão de 64 GB custa 28 milhões de dongs vietnamitas (R$ 3.423) e a de 128 GB sai por 45 milhões de dongs vietnamitas (R$ 4.154). Não há previsão para a vinda dos produtos para o mercado latino-americano.
Advanced Warfare é produto de entretenimento com melhor lançamento em 2014
Após um ano em que a franquia Call of Duty parecia destinada à decadência (graças ao mal desempenho de Ghosts), a Activision volta a aparecer de forma positiva em manchetes. A companhia anunciou nesta quinta-feira (20) que Call of Duty: Advanced Warfare é o produto de entretenimento que mais lucrou em seu lançamento em 2014, superando qualquer livro, música, filme ou jogo disponível no mercado.
A firmação toma como base dados públicos que usam como critério tanto as vendas físicas quanto as digitais do titulo. No entanto, a publicadora preferiu não revelar números específicos em relação ao novo título da série, o que significa que o sucesso obtido pode não ter sido tão grande quanto ela quer que os jogadores acreditem.
Para completar, a Activision afirmou que a franquia Call of Duty já gerou vendas que ultrapassam os US$ 10 bilhões desde que ela chegou ao mercado em 2003. Segundo o CEO Bobby Kotick, isso “excede facilmente o valor obtido por franquias cinematográficas consagradas como Jogos Vorazes, Transformers, Homem de Ferro e Vingadores combinados”.
Segundo Eric Hirshberg, CEO da Activision Publishing, as vendas inicias de Advanced Warfare já superam aquelas registradas por Ghosts durante sua primeira semana no mercado. “O jogo obteve avaliações muito positivas e a resposta dos fãs tem sido tremendas. Acreditamos que Advanced Warfare vai ser o jogo mais bem-sucedido do ano e agradecemos aos nossos fãs por torná-lo o maior lançamento de entretenimento do ano”, afirmou o executivo.
Electronic Arts anuncia novo Need for Speed para iOS e Android [vídeo]
A electronic Arts acaba de anunciar um novo Need for Speed mobile. Need for Speed: No Limits deve ser lançado em algum momento de 2015 para iPhones, iPads e dispositivos movidos a Android (tanto smartphones quanto tablets). Por conta do anúncio de No Limits, a EA liberou um trailer protagonizado pelo piloto de rali Ken Block (confira acima).
O desenvolvimento ficou a cargo da Firemonkeys, a mesma responsável por Real Racing 3 — cuja recepção, entretanto, não foi a melhor possível. Embora não se saiba até o momento qual será o sistema utilizado para monetizar o novo NfS, parece razoável supor que a EA possa continuar apostando nas microtransações em plataformas mobile.
Um Need for Speed “desde as bases”
Mas, é claro, não há nada de oficial até agora — e, de fato, parece mesmo ser algo consideravelmente novo.
“Nós construímos No Limits desde suas bases, a fim de fornecer os gráficos incríveis e a velocidade insana que os fãs esperam de Need for Speed — e tudo isso na palma da sua mão”, disse o produtor executivo do game, Robert Huebner, em postagem para o blog oficial da Electronic Arts.
Ele continua: “A equipe da Firemonkeys tem trazido versões mobile de Need for Speed para os jogadores há anos, e é uma honra e um privilégio sentar novamente ao volante dessa incrível franquia, a fim de redefinir as corridas de ruas nas plataformas mobile”. Ademais, ele promete novidades sobre “carros, personagens e ferramentas de personalização” de Need for Speed: No Limits para breve. “Nós esperamos que vocês embarquem nessa corrida conosco.”
Ademais, resta saber o que a EA pretende para a franquia nos PCs e consoles. Afinal, 2014 foi o primeiro ano sem um grande lançamento de Need for Speed para as plataformas em mais década.
O verdadeiro motivo pelo qual o novo iPhone não tem tela de cristal safira
perava-se que as telas criadas com cristal safira chegassem aos iPhones e oferecessem resistência próxima à invulnerabilidade para os aparelhos. A verdade é que o sistema não se mostrou uma opção viável para os displays e hoje está restrito aos botões TouchID dos mesmos smartphones. E você já deve ter visto algumas notícias mostrando por que a Apple decidiu não usar a tecnologia nos iPhones e também por que ela ainda não é uma boa ideia.
Mas agora, novas informações começam a circular na imprensa internacional e mostram que os problemas vão muito além do tempo de produção e dos custos agregados aos aparelhos. A grande verdade é que a GT Advanced — principal fornecedora da Apple para as telas de cristal safira — não estava nem perto de conseguir atender a toda a demanda de suprimentos para os iPhones 6 e 6 Plus.
De quem é a culpa?
Vale dizer que isso não acontece por incompetência da empresa, mas sim pela extrema dificuldade em manufaturar o material. O cristal safira é produzido em cilindros, saindo das fornalhas com quase 300 kg, em um processo que custa US$ 20 mil e que leva quase 30 dias para ser concluído. O problema é que mais da metade dos cilindros apresentava alguma avaria e, portanto, não poderiam ser utilizados.
Como você pode ver na imagem logo acima, são muitas as formas de erro que podem acontecer. A GT Advanced tentou reduzir os cilindros para volumes menores de 164 kg, mas o processo ainda era lento e obrigou a companhia a aumentar as produções. Os resultados ainda não eram os esperados e a GT viu seu dinheiro escoando sem qualquer chance de reposição por parte da Apple.
Em resumo, a GT Advanced tinha um projeto incrível na teoria, mas nunca conseguiu fazer com que as telas de cristal safira fossem uma realidade viável ao comércio. O resultado disso para a Apple foi a revelação dos iPhones sem a tela de safira. Para a GT Advanced Technologies o processo foi bem mais desastroso: em outubro a companhia entrou com pedido de falência.
Gorilla Glass 4: novo vidro promete suportar quase todas as quedas
Entre todos os "ferimentos" que podem ser causados ao seu tablet ou smartphone, um dos piores é quando ele cai de uma altura razoável e, com o display virado para baixo, atinge uma superfície dura. Normalmente, isso faz com que a tela despedace ou apresente rachaduras tão intensas que simplesmente inutilizam o display.
O novo vidro desenvolvido pela Corning, o Gorilla Glass 4, é um grande passo para reduzir o número de telas quebradas. Segundo a fabricante, em testes realizados que reproduziam quedas de até um metro de altura, a tela permaneceu intacta em 80% das vezes. O desempenho é o dobro de "dispositivos com um vidro diferente" — uma indireta a outros compostos aluminossilicatos, que são os vidros usados nesse tipo de tecnologia e misturam alumínio, silício e oxigênio.
Só depois de muito estudo
Em outras palavras, isso não significa que você pode sair jogando o celular por aí sem cuidados. Porém, nem todo acidente com crianças ou adultos resultará em você tendo que levar o aparelho para alguma assistência técnica.
A Corning afirma que fez uma série de testes e estudos comparativos para saber quais os problemas mais comuns e como criar a resistência da tela contra o contato direto com asfalto ou concreto, por exemplo. Isso envolveu uma prova bem divertida: "derrubar centenas de dispositivos em muitas superfícies diferentes".
Outra vantagem é que esse aumento na resistência não prejudica aspectos como a claridade oferecida, que é a mesma da geração anterior.
Disponibilidade
O Gorilla Glass 4 foi anunciado nesta quinta-feira (20) e ainda não têm dispositivos confirmados com a tecnologia, mas testes com parceiras e envios de protótipos já estão em andamento. Por isso, os primeiros aparelhos com o vidro já devem sair no ano que vem — e vale lembrar que a Corning fornece a tecnologia para algumas das maiores fabricantes de eletrônicos do mundo, como Motorola, Samsung, Lenovo e LG.
Fique de olho na CES 2015, que acontece em janeiro, porque algum aparelho com essa resistência com certeza estará presente por lá.
Samsung lançará smartphone dobrável e flexível já em 2015!
O futuro já está aqui. Ao lado de notícias como a chegada do hoverboard, a Samsung planeja trazer ao mercado em 2015 os primeiros smartphones com telas dobráveis e flexíveis. A fabricante coreana já apresentou parte dessa tecnologia no Galaxy Edge, que possui o canto do display arredondado pela borda.
O vice-presidente da equipe de negócios estratégicos da Samsung, Lee Chang-hoon, disse a investidores durante o evento Investor Forum 2014, em Nova York, que um smartphone dobrável ao meio ainda não estava finalizado. Contudo, a chegada da Black Friday e o calendário de maiores compras do ano se aproxima. E isso pode acelerar os planos da Samsung.
Lee Chang-hoon ainda comentou que a fabricante irá produzir entre 30 mil e 40 mil telas flexíveis até o final do próximo ano (2015)". O VP continuou desenhando o plano aos investidores: "Não haverá companhia, exceto a Samsung, com tal capacidade de produção até 2016 (...) Nós planejamos entregar aos consumidores um produto com display dobrável até o fim do ano. No entanto, nada está decidido sobre sua forma final".
É interessante ver essa possível mudança de postura da Samsung. Enquanto outras fabricantes buscam melhorar o hardware e software, a fabricante coreana dá um passo além e busca trazer tecnologias "futuristas" para o consumidor.
Pirateou Far Cry 4 no PC? Então você terá uma surpresinha
O diretor criativo da Ubisoft responsável por Far Cry 4, Alex Hutchinson, deve estar rindo à toa enquanto lê algumas postagens nos fórum especializados ou no próprio mural da desenvolvedora. Isso porque ele deixou um pequeno "presente" para quem foi folgado e não comprou uma cópia original do game para PC e decidiu baixar uma versão crackeada ou comprar do camelô mais próximo.
Aparentemente, as cópias piratas de Far Cry 4 que ainda não têm o primeiro patch também pirateado possuem problemas propositais nas configurações do campo de visão (field of view, ou FoV) — ou seja, o jogo apresenta problemas técnicos graves nessa área se não for original, graças a uma espécie de "trava de confirmação" que avalia se o game foi comprado legalmente ou não. A detecção é feita pelo sistema online Uplay.
PC players! If you're online complaining about the lack of FOV control ... You pirated the game.
Hutchinson ainda foi tirar sarro disso no Twitter: "Jogadores de PC! Se você está online reclamando da falta de controle do campo de visão... Você pirateou o jogo", escreveu o diretor.
Muitas pessoas insatisfeitas reclamaram de outros problemas técnicos e receberam um "atualize seus drivers" como resposta. Outros acusaram a Ubisoft de "não dar a mínima" para jogadores de PC e foram ignorados pelo executivo.
De acordo com pesquisador, 81% dos usuários do Tor podem ser identificados
Gosta de usar o Tor para acessar qualquer conteúdo que quiser sem ser identificado por hackers e autoridades locais? Então esta notícia será particularmente desanimadora para você. Um respeitado pesquisador indiano acaba de divulgar um extenso relatório no qual ele afirma – e prova – que é possível identificar 81% dos usuários dessa famosa ferramenta de privacidade digital.
Sambuddho Chakravarty (que atualmente conduz pesquisas na área de segurança cibernética no Instituto de Tecnologia de Indraprastha, Nova Deli) afirma que está trabalhando no assunto desde 2008. Seu estudo mostra que o software responsável por controlar o fluxo de tráfego – instalados dentro de roteadores – pode ser hackeado com razoável facilidade, exibindo a identidade de um usuário da rede Tor. Chakravarty chama a atenção sobretudo para o Cisco Netflow, que é uma das soluções do gênero mais famosas ao redor do globo.
Para testar sua teoria, o pesquisador usou uma técnica que injecta padrões repetidos de tráfego na conexão TCP associada com um nó de saída (exit node). O especialista diz que seu método de identificação funcionou em 100% dos testes efetuados em laboratório com vítimas ensaiadas, mas possui uma eficácia de 81% caso aplicado no “mundo real”. Os responsáveis pela rede Tor ainda não se manifestaram sobre o assunto.
No PC, MGS 5: Ground Zeroes será bloqueado em 60 fps
quanto a guerra de resolução e taxa de quadros segue firme na indústria – e se acirra com a nova geração de consoles –, algumas publishers adotam medidas “estranhas” com seus jogos. É o caso de Metal Gear Solid 5: Ground Zeroes (Konami, no caso), prelúdio de Phantom Pain, que ganhará um porte ao PC, mas menos flexível que as versões de console.
A equipe de desenvolvimento trabalhando na transição disse, por meio dos fóruns no Steam, que o frame rate do jogo no PC de fato estará bloqueado nos 60 fps, ao contrário do que ocorre no PS4 e no Xbox One. Títulos como The Evil Within e Watch Dogs também apresentaram má otimização no PC por razões parecidas. O preço que isso traz – não ter flexibilidade no fps – pode influenciar diretamente na qualidade gráfica.
“Estamos recebendo o feedback da comunidade e confirmando algumas coisas. Os controles DualShock 3 e 4 não terão displays proprietários para a interface. (...) O fps estará bloqueado em 60”, afirmou a equipe.
Resta ver qual será a qualidade final do porte de Ground Zeroes no PC. O game está agendado para o dia 18 de dezembro deste ano.
O Google Glass está afundando? Para a Reuters, pode ser que sim
rgey Brin, cofundador da Google, apareceu em um evento recente no Vale do Silício sem o seu Google Glass. Questionado por um repórter, Brin respondeu que havia deixado o par de óculos no carro, de acordo com informações da Reuters. O que pode parecer apenas uma notícia de fofoca, diz muito sobre o futuro do projeto Glass.
Para a Reuters, os desenvolvedores e usuários iniciais do Glass estão perdendo o interesse na versão de testes do produto, que pode ser adquirido por 1,5 mil dólares. Além disso, a própria Google anda adiando a data de lançamento para o público em geral, o que seria um indicativo de que as coisas não estão se saindo como o esperado.
Sergey Brin, cofundador da Google, sem o Glass
Falta de apps e suporte
Embora o Google Glass conte com diversos aplicativos, a questão é quantos destes poderão realmente impulsionar as vendas do dispositivo. Além disso, o mercado do Glass é muito mais restrito: não há como criar diversos clones mais baratos e até gratuitos de um mesmo aplicativo assim como acontece com programas para tablets e smartphones Android.
Outro problema é que grandes desenvolvedoras podem estar abandonando o projeto Glass, como é o caso do Twitter. Diversas pessoas que adquiriram um Glass estão se desfazendo deles através do eBay. Investidores estão pulando fora. E potenciais parceiros estão começando a sumir.
Comprometimento e problemas
Um dos fatores apontados para o declínio no interesse pelo Google Glass é justamente a falta de uma data de lançamento do produto. Isso pode significar que a empresa não está tão comprometida com o produto, apesar de afirmar isso em público.
Além disso, diversas questões de privacidade e segurança rondam o produto, como é o caso de locais proibindo o acesso aos portadores do produto e também estudos sobre o perigo de dirigir com o uso do Glass.
Mistério revelado: saiba porque o iPhone só precisa de 1 GB de memória RAM
A discussão é antiga e, no final das contas, pode não levar a lugar algum: por que a Apple não coloca mais do que 1 GB de RAM em seus smartphones? Esse questionamento, na realidade, poderia ser colocado de outra maneira de forma a não perder o sentido da pergunta: por que os aparelhos equipados com Android precisam de 2 GB ou 3 GB de memória para rodar com a mesma fluidez que os iPhones?
Essa “inversão” na pergunta é possível e necessária exatamente por causa da explicação. Na verdade, gostando ou não da resposta, são os dispositivos equipados com o sistema operacional da Google que exigem essa quantidade de RAM por causa de um mecanismo presente na linguagem de programação sobre a qual suas aplicações são escritas. Ou seja, até o presente momento, o iOS dispensa o uso de mais memória para entregar a mesma fluidez que um aparelho Android.
Entendendo a discussão
Quando a Apple anunciou os novos iPhones, pessoas de todo mundo criticaram a empresa por causa do uso de apenas 1 GB de memória RAM. O argumento contra essa medida é simples: enquanto alguns aparelhos equipados com Android utilizam 2 GB ou até 3 GB, a Gigante da Maçã resolveu optar por manter a mesma quantidade, o que quase configurou um “roubo” aos bolsos na visão de alguns consumidores.
No entanto, os indivíduos que tecem esse argumento se esquecem de um detalhe muito importante: as duas plataformas, o iOS e o Android, são completamente diferentes e lidam com a memória RAM de formas também distintas. Portanto, não podemos usar os mesmos “pesos e medidas” para comparar cada uma dessas alternativas de sistemas operacionais.
Então, quem é o “culpado”?
O motivo pelo qual o Android precisa de mais memória RAM para funcionar com qualidade é a existência de um mecanismo chamado “garbage collector” (em tradução livre, “coletor de lixo”) dentro do Java. Para os que não sabem, Java é a linguagem sobre a qual todos os aplicativos do SO da Google são escritos.
Esse mecanismo funciona exatamente como a tradução sugere: atuando como um reciclador de memória, o “garbage collector” faz uma coleta de lixo quando um aplicativo é fechado para liberar mais espaço. Na realidade, de acordo com a própria documentação do Java, esse mecanismo não tem momento para funcionar, podendo ser invocado pelo programador, mas atuando apenas quando necessário.
Para que essa ação de limpeza seja concluída, é necessário de, pelo menos, quatro vezes mais memória do que o que foi utilizado pelo aplicativo enquanto ele estava aberto. Isso explica o motivo pelo qual a quantidade de RAM é crescente em dispositivos equipados com Android.
Já que o iOS não possui um mecanismo como o “garbage collector”, não há a necessidade de um aumento efetivo na quantidade de memória RAM. Portanto, a Apple consegue entregar um desempenho similar (às vezes melhor, às vezes pior) do que aparelhos com o SO da Google.
Conclusão
Podemos tirar duas conclusões muito importantes sobre toda essa discussão: a primeira delas, e mais importante, é sobre a diferença de arquitetura existente entre o iOS e a Android. O fato de a Apple conseguir entregar uma boa performance com apenas 1 GB não significa que ela (e seus dispositivos) sejam melhor do que o Android (e seus aparelhos). São dois “universos” completamente distintos e uma comparação simples e pura de especificações técnicas não faz o menor sentido.
A segunda lição diz respeito às criticas que foram endereçadas a Apple quando ela anunciou os iPhones: com uma arquitetura que permite fazer isso, a companhia investe pesado no desempenho de seu software em vez de se preocupar muito com a evolução de hardware (não que ela não o faça). Por conta disso, não adianta observar apenas as melhorias das especificações técnicas, mas sim aquelas que aconteceram no próprio iOS.
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Por isso, não adianta brigar. As duas companhias entregam o que há de melhor aos seus consumidores, cada uma com suas limitações, mas sempre trazendo produtos que nos encantam e atendem a todas as nossas necessidades.
Outernet: conheça a "internet" gratuita e acessível ao mundo inteiro
Em 2011, a Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou em público que o acesso à internet deve ser tratado como um direito humano. Se pensarmos nas utilidades da rede de uma forma mais abrangente, fica fácil entender o posicionamento da organização: a web é, atualmente, o meio de comunicação mais difundido e um dos mais confiáveis que um cidadão pode usufruir. Ela facilita o exercício da democracia, pode ser considerada uma excelente ferramenta educacional e é capaz de auxiliar o indivíduo em diversos momentos de sua vida.
Contudo, estima-se que 4,3 bilhões de pessoas ao redor do mundo não possuem acesso à internet e, consequentemente, não podem consumir informações da mesma forma que todos nós podemos. Seja por condições geográficas ou situação socioeconômica desfavorável, esses cidadãos não podem usufruir de livros gratuitos publicados na rede, informações meteorológicas, notícias sobre desastres, material jornalístico sem censura, conteúdo didático e tudo mais que estamos acostumados a encontrar em uma rápida pesquisa no Google.
Não é preciso pensar em países distantes e regiões remotas para entender essa situação – até mesmo aqui, no Brasil, uma conexão banda larga ainda é muita cara para boa parte da população. Além disso, internet é algo um tanto instável: todos nós corremos o risco de ficar sem informações digitais no caso de catástrofes naturais (um terremoto ou uma tempestade, por exemplo, pode danificar a infraestrutura de uma conexão cabeada ou antena de rede móvel). Sendo assim, temos aqui um grande problema: como oferecer informação digital de uma forma barata, acessível, estável e segura? A resposta pode estar na Outernet.
O que é a Outernet?
Fundada por Syed Karim, a Outernet é uma empresa e pode também ser encarada como um projeto social. Trata-se de uma espécie de “internet alternativa”, gratuita e oferecida por satélite, que visa levar informações digitais de alta relevância para regiões em que a rede convencional possui pouca penetração por motivos variados.
Seu esquema de funcionamento pode parecer um pouco complicado de início, mas o conceito como um todo é bastante simples e não utiliza quaisquer tipos de tecnologias mirabolantes – nas palavras da própria equipe responsável pelo projeto, a Outernet simplesmente utiliza recursos existentes da forma mais inteligente possível.
Primeiramente, o time de operações da Outernet seleciona conteúdos que ele considera importantes para a humanidade, como notícias, conteúdo educacional e outros materiais relevantes. Isso inclui não apenas páginas da web, mas também vídeos, músicas e até mesmo softwares (distribuições do Linux, por exemplo).
Esse amontoado de dados é batizado de “Core Archive”, ou “Arquivo Central”, em uma tradução livre. Junto com o Core Archive, os responsáveis pela Outernet selecionam também conteúdos sugeridos pelo público em geral (“Queue” ou “Fila”) e pagos para estar nessa coleção (“Sponsored” ou “Patrocinados”).
Uma vez que todas essas informações foram recolhidas, elas são tratadas em um database da própria Outernet, tornando-se mais leves e menos “quebradas” (uma página selecionada da Wikipédia não pode ter links para outras páginas não-selecionadas, por exemplo). Esse bloco massivo de dados é então enviado para satélites geoestacionários que pertencem à Outernet e retransmitido para a Terra.
Atualmente, a companhia conta com dois satélites que estavam abandonados e foram adaptados para essa finalidade: o Galaxy 19 e um Hot Bird. Essa dupla é capaz de transmitir informações para boa parte da Terra, mas o projeto prevê o lançamento de cubesats (satélites miniaturizados) para aumentar sua área de atuação.
Legal, mas o que eu faço com essa transmissão?
Chegamos na parte bacana da coisa: os sinais enviados pelos satélites da Outernet podem ser captados por um dispositivo receptor que transforma essa transmissão em uma rede WiFi. Conectando-se nessa rede através de um dispositivo qualquer – como um notebook, um celular ou um tablet –, você consegue navegar pelas informações do citadas anteriormente usando um navegador comum.
Esse receptor pode ser tanto um aparato que você mesmo é capaz de construir (é possível conferir tutoriais detalhados aqui) ou uma Lantern, um dispositivo minúsculo que está sendo financiado através do Indiegogo. Nesta fase de financiamento, uma Lantern custa US$ 99 (pouco mais de R$ 200), sendo que seu preço estimado no futuro é de US$ 150 (cerca de R$ 300).
O aparato é um tanto discreto, pode ser recarregado através da energia solar e, na fase de testes da Outernet, consegue receber até 2 MB de dados por dia dos satélites – se tudo der certo, no futuro, será possível receptar até 100 MB diários. O mais bacana é que, uma vez que o cidadão tenha uma Lantern, ele pode usar a Outernet o quanto quiser sem ter que pagar um único centavo por isso. O hardware tem seu custo, mas o serviço é completamente gratuito.
A Outernet quer substituir a internet convencional?
De forma alguma. Como você deve ter reparado, a Outernet possui uma série de limitações – ela não permite que você faça transferência de dados em tempo real, impossibilitando o uso de mensageiros instantâneos e redes sociais, por exemplo. Além disso, a taxa de atualização dos conteúdos transmitidos é bem lenta – o Core Archive é atualizado semanalmente, salvo em situações emergenciais (notícias sobre catástrofes de importância mundial, por exemplo).
Dessa forma, a Outernet deve ser encarada como uma verdadeira biblioteca digital gratuita e que está sempre disponível aos seus usuários (já que transmissões por satélites dificilmente sofrem interrupções). Vale observar que o sinal da Outernet já pode ser captado por receptores caseiros, mas a Lantern deve ser enviada aos seus devidos compradores somente em julho do ano que vem.
Conta de Kim Dotcom no Mega é suspensa por denúncias de pirataria
pois de perder o famoso MegaUpload, Kim Dotcom agora enfrenta problemas relacionados à pirataria no Mega. Um bocado de trolls da internet fizeram diversas denúncias em links compartilhados por Dotcom através do serviço e, com isso, conseguiram suspender sua conta. Ironia? Imagina…
De acordo com o Torrent Freak, essas denúncias de conteúdo pirata foram todas feitas com o propósito de incomodar de alguma forma o criador do Mega, talvez até sem saber que os resultados seriam tão efetivos. Não há detalhes de que nenhum dos conteúdos compartilhados por Dotcom realmente infrinjam qualquer tipo de direito autoral, o que só torna a situação mais cômica.
Pelo que pudemos conferir, a conta de Dotcom já foi reestabelecida e qualquer pessoa que tentar baixar arquivos compartilhados por ele não deve enfrentar nenhum problema. Durante o último sábado, entretanto, a seguinte mensagem era exibida em todas as páginas relacionadas à conta dele.
“O arquivo que você está tentando baixar não está mais disponível. A conta de usuário associada foi excluída em razão de múltiplas violações dos nossos termos de serviço”.
Pelo que parece, nem mesmo o criador do Mega está blindado contra os termos de serviço do seu próprio site. O que você acha desse episódio pitoresco?